do teu corpo engatilhado,
dos teus braços a me ninar,
da tua boca a beijar.
A cama que nos aconchega,
e de conchinha vamos ficar.
O calor nos acalenta,
feito canção de ninar.
O som do teu silêncio
nos convida a se entregar,
mas não fecha a luz agora,
para trocar mais uma prosa.
Assim, o sono vai nos levando
ao mundo da imaginação,
onde nada faz sentido,
e não há como se desvencilhar;
amanhã nem vai lembrar.
Mas, com você vou acordar,
sentir teu corpo molhado,
que nem o ar pode secar.
Tua boca cola na minha,
gosto amargo que vai embora,
pois do teu amor não vou soltar.
Autora: Darlene Maciel

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