já que a noite queria entrar.
Até as águas do mar pareciam saber,
pois não havia tantas ondas a se enrolar,
e, aos poucos, foi amansando,
feito bruto a brigar.
E eu, a contemplar
a beleza de um novo luar,
vejo o sol, imenso, alaranjado,
com clicks a gravar
cada momento
do céu a se esconder.
Neste cenário tão bonito,
vozes murmurantes diziam,
ao som de uma melodia,
que tudo devia parar.
Mas a vida pede movimento,
e o sol do amanhã irá raiar.
Neste clima mais que romântico,
seguro a mão do meu amor,
com todo o cuidado de uma flor,
e, na dureza do aço carbono,
sua mão jamais vou soltar.
Autora: Darlene Maciel

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