É incompreensível seus desvaneios.
Que medos você tem?
Será que deles devo fugir?
Não se deixe levar por fantasias.
A imaginação prega peças,
Outras boas, outras ruins.
Será que a sua se perde em delírios?
Percorro meu passado,
E vejo cenas que não condizem
Com os sentimentos de outrora.
Imagine — agora.
Te aconselho: — Não deixe sua vida
Ser moldada em molduras com figuras tristes
Ou simuladas numa parede velha e esquecida.
Sempre que a mente insistir
Em sentir desconfianças,
Diga ao seu coração: — Deixe o amor entrar.
Aqui, no meu coração, só cabe amor,
O nosso amor.
Vejo, claramente, meu cérebro se acender
Sempre que juntos estamos.
Então, do que tens medo?
Autora: Darlene Maciel

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