Assim, meu amor me ama.
Aqui serão narrados fatos verdadeiros ou não. Contos ou fatos. Poesias ou Frases. Serão minhas ou suas. O que importa é contar algo. Se expressar da melhor maneira que for possível.
segunda-feira, 14 de outubro de 2024
Meu amor é assim.
domingo, 13 de outubro de 2024
A Casa esta em festa
A casa está em festa
Hoje, a casa está em festa, pois eles virão almoçar.
A alegria, mais uma vez, irá reinar —
tal qual na infância, em que elas corriam pela casa
na mais pura algazarra.
Vejo, novamente, seus rostinhos infantis —
agora pré-adolescentes —
que enchem meu coração do mais puro amor.
Venham, venham, meus netos, nora e filho.
Sejam muito bem-vindos ao novo lar.
Família de avós e pais separados.
Mas nem por isso deixo de amar cada um de vocês.
Estes avós/pais os amam com a mesma intensidade de outrora.
Não é uma separação que vai fazer tal sentimento acabar.
Esse amor é incondicional.
É tanto amor que transborda —
tal qual um rio em direção ao mar.
Vocês são a realização de um sonho.
São o ar que respiro,
a água que me sacia,
a vida que sopra em meus pulmões.
Hoje, a casa está em alegria...
Autora: Darlene Maciel
sexta-feira, 11 de outubro de 2024
Viver ao teu lado
Viver ao teu lado me mostra a beleza da vida,
Minha vida ficou mais colorida, como um arco-íris.
Teu sorriso me encanta, fazendo-me sonhar com teus beijos,
Teus lábios acendem meu desejo por uma jornada querida,
Teus braços me envolvem como o raio do sol.
Viver ao teu lado me revela o que é amar,
Um amor que, antes dor, agora é só calor.
Amor que arde com pura paixão,
Amor que explode em intensa emoção.
Viver ao teu lado me mostra a beleza,
Dos pequenos momentos que vivemos com leveza,
Da natureza que nos envolve e encanta,
E que nos traz sempre bons sentimentos.
Viver ao teu lado me mostra o caminho,
O caminho que trilhamos sempre juntos,
Que nunca nos separará do nosso ninho.
Um caminho que tem uma só direção:
Viver intensamente toda a nossa paixão.
Autora: Darlene Maciel
sábado, 5 de outubro de 2024
Batalhas
Batalhas
Ao te olhar dormindo, percebi um movimento:
falas sem sentido, como se travasses uma batalha.
Questionei-me:
“Que lutas enfrentas, meu amor?”
Mataria todos os monstros que te atormentam,
transformaria inimigos em aliados,
teus traumas eu trataria.
Sim, ao teu lado, enfrentaria tudo,
para juntos vencermos esta guerra.
Não posso ficar inerte ao teu sofrimento,
não quero ver, na tua face, a dor —
neste rosto que esbanja amor e conhecimento.
Diria-te para acordar
e deixar os fantasmas para trás.
Assim, a noite seria só para descansar,
e não para disputas travar.
Juntos, vamos vencer os nossos medos:
sem segredos,
sem batalhas,
num só caminho.
Autora: Darlene Maciel
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
Pequenos momentos
Pequenos Momentos
Autora: Darlene Maciel
A vida é assim, feita de pequenos momentos felizes que, ao longo da jornada, nos mostram o que é felicidade.
A alegria da ciranda!
Felicidade nas pequenas coisas do dia a dia, no cotidiano que nos desperta nostalgia.
Neste mundo de labirintos de afazeres, não temos tempo para olhar o pôr do sol...
As flores, as praças com seus jardins, onde pessoas caminham e conversam — ou para o céu...
Céu que nos acompanha aonde quer que formos: ora claro, de um azul límpido; ora escuro, com suas estrelas a nos encantar.
Como nem tudo é perfeito, há as chuvas em forma de tempestade.
Mas essa mesma chuva faz crescer as árvores, enverdece os jardins, faz florescer as flores e limpa as ruas, os carros — e a nós.
Você se lembra da última vez em que tomou banho de chuva?
De brincar nas poças d'água?
De sentir os pingos da chuva caindo em seu rosto ao olhar para o céu?
Andar na areia da praia, subir suas dunas e descer ladeira abaixo?
E o vento?
Sim, ora acariciando nossos rostos, refrescando do calor; noutras, pode até nos machucar com sua força natural — nas tempestades que surgem do nada, nos amedrontam e nos emocionam com seus raios e trovões, riscos no céu iluminando o frescor da memória que sonha.
E o que tudo isso tem a ver com felicidade?
Tudo! Lembra? Pequenas coisas... leveza da brisa.
São os pequenos momentos que nos levam a sermos completos, plenos.
São os dois lados da moeda, o reflexo da luz e da sombra.
Somos nós — escondidos de nós mesmos.
Como vivemos de escolhas, escolha sempre ver a chuva que abriga, o vento que refresca.
Assim, escolha ser feliz — leve como a dança dos ventos.
quarta-feira, 2 de outubro de 2024
Tia Darlene
Me vejo olhando para a pureza do teu sorriso.
Num rosto meio oval,
cabelos pretos como os do anu-preto,
lisos como os cabelos de índia.
Tão sábia quanto a Moana,
do desenho da Walt Disney.
Olhos curiosos a fitar quem não conhece,
como a perguntar:
“Quem é? O que quer?”
Mas, nem por isso,
deixa de espiar de longe.
Quando surpreendida,
o sorriso brilha até nos olhos,
e os braços pequenos se abrem para um abraço.
Sua voz baixa,
de uma falsa timidez,
soa como música aos meus ouvidos.
Lembra-me uma fada —
a Sininho —
de tal beleza, formosura e pureza.
Se isso é saudade, eu digo:
só queria te ouvir dizer
“Tia Darlene”
num sotaque único,
e sentir aquele abraço gostoso —
desses bracinhos pequenos,
mas grandes no amor.
Te amo, minha flor.
domingo, 29 de setembro de 2024
Outras formas de dizer:Eu te amo.
Mas veja que hilário! Há uma riqueza de palavras finitas para descrever meu amor, como as letras do alfabeto.
Delicio-me ao pensar em todas as formas já ditas, mas as mais belas e reais são: "Como te quero! Eu te amo, te adoro, te desejo, você é tudo para mim, não sei mais viver sem você", e assim vou refletindo.
Palavras são ditas, escritas e faladas. Eureka! Vou me expressar no nosso dia a dia: no café à mesa, com o aroma do café, os ovos fritos, a luz da manhã. No acordar com beijos, abraços num silêncio, que nos convida a ficar mais um pouquinho. No caminhar ao seu lado, sempre de mãos dadas, seja na praça, na praia ou em qualquer lugar. No cafuné na cabeça quando ficamos no sofá a conversar. Agora, não há finitude, pois cada ação confirma meu amor.
E quando quisermos outras formas, teremos a música com melodias e letras que encantam a nós dois, já abraçados numa dança a dois tendo como testemulha Alexa, sempre pronta com boas musicalidades.
Ao fechar os olhos e imaginar tudo que desejarmos juntos, podemos passear sob a lua num piscar de olhos, cruzar os céus velozmente, voar de mãos dadas e admirar a beleza do ecossistema chamado Terra.
E ao abrir os olhos, ver a mais bela imagem: você.
sexta-feira, 27 de setembro de 2024
Nós e o mar
Com você, tudo é perfeito —
Como a foz do rio que deságua no mar
E enche de vida um oceano que já tem sua beleza,
Mas nem por isso rejeita o que o rio tem para lhe dar.
quarta-feira, 18 de setembro de 2024
Apertadinho
Apertadinho
Autora: Darlene Maciel
Nem sempre vou poder te amar apertadinho.
Já que não resisto ao te olhar,
Sempre com vontade de te tocar
E te agarrar bem coladinho.
Fita-me, olha com olhos em brasa,
Olhos de um louco,
Que brinca com o fogo
E derrete a minha calma.
Seus olhares de labaredas, num clarão,
Escaneiam meu corpo... tão sutil,
Com um raio X do amor.
Vê todo o meu calor!
Me puxa de mansinho,
Me mostrando sua nuca
Para seu pescoço cheirar.
Que delícia de perfume!
Mil bitocas me dá e logo fica saliente,
Com seu olhar avassalador,
Me despindo sem me tocar,
Deixando meu desejo em furor.
Assim, o tempo passa e,
Agarradinhos, ficamos.
Cheira aqui e ali,
Deixando a pele eriçada.
Em teu perfume, me perdi.
Nossas bocas se unem
Num lindo arco-íris
Que só nós percebemos.
Tem um sabor de mel e flores,
Beija-flor de mil sabores.
Após tanto calor e ardor,
Mais apertadinhos vamos ficar,
Até o dia amanhecer
E muitos sonhos vão se desenhar.
quinta-feira, 12 de setembro de 2024
Sua chegada
Por Darlene Maciel
A noite chegou, e dormir não era possível.
Ver TV, filme, escrever — tudo demonstrava minha ansiedade.
Preciso sonecar para, logo, meu amor encontrar.
A saudade cria expectativas — fazemos uma cena de cinema — imaginamos todos a te ver desfilar, deslumbrante como em contos de fadas.
Oh! O tempo passou depressa.
Me visto como para uma grande festa, e batom vermelho vou usar.
Quem sabe, ao final, nossas bocas vermelhas e borradas vão ficar?
Ah! O voo chegou cedo... e aquele beijo de cinema não vou dar.
Então, como um raio de luz, chego ao destino e, nos seus braços, vou me jogar.
Meu Deus... lá está ele!
No salão do aeroporto, já te vejo de costas.
Devagar, como um gatinho, me aproximo só para te abraçar por trás.
Sinto meu coração disparar, me agarro com força e te enlaço com um laço — apertando com amor.
Sabe aquele beijo cinematográfico?
Nem de longe foi como o beijo que recebi.
E, mais uma vez, pude perceber que nada mudou.
Você é meu bem-querer, mais doce que um docinho.
Lado a lado, fomos ao carro, sorrindo um para o outro, pois sabemos que nosso destino está selado.
Agora, o futuro vamos desenhar — com lápis na mão — criando nosso ninho,
morada da águia — alto, livre, inalcançável —
onde só o amor pode pousar.
Meu alado amado
Olhamos para o céu e nele vemos um casal alado a voar lado a lado, dando voltas no ar, um seguindo o outro, numa cena que nos faz desejar também voar.
quarta-feira, 11 de setembro de 2024
Minha mente
Minha mente pede paz.
Quero sacudir a poeira,
jogar fora toda a sujeira,
limpar os cantos, sujos de uma poeira fina
que se torna invisível aos olhos distraídos do pensar.
Minha mente pede colo.
pedir um lenço para acolher o que não pode ser mudado.
Minha mente pede paz.
Minha mente não quer obrigações indesejadas,
mas precisa acolher a densa nuvem
que se ergue no labor dos dias.
Minha mente quer amor,
igual aos pássaros a voar
num céu azul de anil,
e pousar no mais alto cume
para admirar toda a beleza do saber.
Minha mente pede visão.
Minha mente está confusa,
mas não com você, meu amor, minha vida.
E, sim, com o pouco tempo que teremos,
se meu labor continuar.
E disto, você sabe bem: por mim, iríamos só viajar.
Pois minha mente pede clareza.
Autora: Darlene Maciel
segunda-feira, 9 de setembro de 2024
O Nome Do Meu Choro
Quando o choro vem como a maré alta, levando tudo que vem pela frente, é como se fosse um movimento de vai e volta. Lembranças fluem como filmes, semelhantes a um trem em constante movimento, sem horários definidos, deixando quem o espera em um limbo total.
As lágrimas escorrem pelo rosto como a chuva que lava as ruas ladeira abaixo. O nariz vermelho, como uma maçã madura, não esconde o amargor das lembranças. Das narinas escorre tudo que já não faz bem, lavando — em gotas grossas de chuva — a janela da alma, revelando tudo o que há por trás da fachada.
As expressões faciais revelam extrema dor, assim como a alegria, que também expressa um retrato — mas com um sorriso no final. Não adianta pensar que o choro é apenas infelicidade, dor ou raiva. Ele limpa a casa com água salgada, deixa tudo pronto para o viver. Assim como o Sol e a Lua juntos formam o dia, as emoções se complementam. Essa é a herança!
Meu choro tem um nome: esquecimento! Como um nevoeiro que encobriu o caminho de volta para mim. E, apesar de não ter esquecido os outros, padeci de mim mesma. Morri para o meu eu — aquele que mais precisava de acalento.
Choro hoje para, amanhã, correr atrás do que esqueci. Sei que não tem volta, então recuperarei o que for possível — todas as glórias que a mim pertencem — sem desperdício.
Choro para deixar para trás tudo o que não quero mais carregar. Jogo para longe as pedras que carreguei na mochila do esquecimento. O fardo foi pesado demais; vou descartar o que posso.
Do futuro, só desejo lágrimas de felicidade, gratidão e amor — amor este livre de qualquer pudor. Vou amar cada pedaço do outro, cuidando como se fosse um lindo jardim que, por ora, só carece de adubo. Vou moldar o amor — o meu e o do outro — como quem cuida do barro: com paciência, cuidado e atenção.
Meu choro agora será apenas de alegria, como o farol é para o navegante perdido em um nevoeiro. Nada mais.
Autora: Darlene Maciel





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