Coqueiros tão altos — vultos em negrume bonito de se ver. Jogam ao chão os frutos de águas doces feito mel.
Imagens, sombras de pessoas, na negritude que se jogam, para deslizar em ondas de escuras blumas se entregam.
Ao longo, lembranças de kitesurfs e de surfistas, que se lançam com o vento na aventura do momento de brincar na tarde que se vai.
Eu... com minhas lentes, contra o sol, revelo toda a beleza deste fim de tarde. Onde tudo que é colorido, com pureza, ao preto que se rende.
Assim, o dia se foi radiante, perante os passantes, cujas sombras fascinantes com cores vivas e marcantes.
Vai, sol, traz a lua para nós.
Autora: Darlene Maciel

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